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terça-feira, 19 de outubro de 2010

Hotel Atlântico

No domingo, fui ao Cineclube de Santo André assistir "Hotel Atlântico", filme brasileiro dirigido por Suzana Amaral, mesma diretora de "A hora da estrela". Logo após o filme, houve um bate-papo com o primeiro assistente de direção dela, Tomás Rezende.

O filme é sobre um artista, um ator que decide cair no mundo, fazendo viagens ao acaso, indo aonde o vento levar. Acontecem pequenos acasos na sua viagem, e assim o filme vai acontecendo. A história é baseada no livro de João Gilberto Noll, com o mesmo título. 
Procurei alguns trailers, mas todos eles diziam de mais. 

 

segunda-feira, 21 de junho de 2010

Linha de Passe


Cidade de São Paulo, vinte milhões de habitantes, duzentos kilometros de transito...caos.
Cleusa, mãe solteira de quatro filhos esperando o quinto, cada um de um pai, trabalha como domestica em uma casa da classe média.
Cada filho representando uma história distinta que acontece em Sampa todos os dias.
Dario, sonha em ser jogador de futebol, Dinho, frentista de um posto de gasolina, se converteu pra igreja evangélica, Denis é motoboy e tem um filho que mora com a ex namorada e Reginaldo, o caçula, procura pelo pai nos ônibus da cidade.
Um filme de tanta verdade que até machuca, ele é verdade em cada cena, gesto e em cada dialogo, não há mentira, nem exagero, é a vida pela vida, dentro do caos e da intensidade da maior cidade do hemisfério sul.
Aborda diferentes temáticas dentro de uma única cidade, é um retrato fiel da vida paulistana das regiões perfiféricas, que nos leva a refletir, questionar e entender a problematica social dentro dessa megalopole.
Senti-me revendo muitas cenas da minha própria vida e de tantas vidas que passaram por mim, um filme que faz doer, aquela dor necessária que transforma e nos faz querer transformar, mas que também nos amarra pela sensação de impotência e impassividade.
É por fim um filme, com luz a um trecho da entrevista com o diretor, Walter Salles, sobre a obra, que nos faz desarmar de julgamentos, tentar enxergar o ser humano por trás daquele que rouba, daquele que prega, daquele que grita, daquele que mente, daquele que sofre.

A vida vai muito além das noticias nos jornais.

domingo, 20 de janeiro de 2008

Meu nome não é Johnny


Me pego direto pensando na Globo. Na Globo filmes. Porque, apesar de tudo, os filmes saem bons. Claro que não é uma competência única, é saber fazer proveito do que lhe foi dado. Meu nome não é Johnny fala de um comerciante de droga ali do Rio, garotinho de família, classe média e que entra no ramo quanse sem querer. Não é um assunto saturado, é um assunto polêmico, E que merece ser falado. Agora que o rostinho do Selton Melo já se perdeu mesmo, ele está em todas, admiro-o muito, vale mesmo a pena assistir esse filme.
É um filme que incentiva (deixemos bem claro, incentiva o cinema brasileiro).

sábado, 20 de outubro de 2007

Stardust e O Ano Em Que Meus Pais Saíram de Férias

Olha, assisti 16 filmes nas últimas duas semanas. Postaria sobre quase todos eles, mas não dá, vou falar dos dois mais recentes =D

O Stardust, é outra história, completamente diferente, esquece tudo que o Gaiman criou e entra no cinema. Vc vai ver um filme muito bom, com coisas novas e pequenos detalhes do livro (pra quem morre pelo Neil como eu, isso pode até ser uma ofensa), mas no fim, não é algo que decepcione. Te dá um prazerzinho de ver.


O outro, é o Ano em que meus pais saíram de férias. O Mr. Cao Hamburguer pegou uma camera e disse "é assim que se conta uma história!"
Sublime.